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Tania Mara Casagranda

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Técnico Administrativo
CAXIAS DO SUL - RS

Postada Domingo, 30 de março de 2008 às 10:05:09  

APOIADÍSSIMOS!!!!!!

Tópico Movido para esta sala por Rogério César em 11/1/2010 17:32:14

 
Maria de Lourdes Acedo Pinto Alves da Cruz

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MUCURI - BA

Postada Domingo, 30 de março de 2008 às 16:27:02  

Parabens Danieli pela iniciativa, nossa classe profissional ganhou mais responsabilidades e precisa ser mais respeitada. Infelizmente não é tão unida e infelizmente sem apoio e orientação de nossos conselhos, mas podemos sim mudar este conceitos com iniciativas como a sua.
Nossos escritorios estão apoiando sua reinvidicação tambem.

 
Gilson Isler Afonso

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Técnico Contabilidade
RIO CLARO - SP

Postada Domingo, 30 de março de 2008 às 16:44:27  

Olá Maria de Lourdes, preciso de sua ajuda, caso possa me ajudar serei mui grato.
Estou contabilizando uma igreja que se organizou em maio de 2002, em julho de 2002 já de posse de seu CNPJ abriu sua conta bancária em seu proprio nome, só que de maio até junho de 2002 ela continuou efetuando seus pagamentos com os cheques da igreja mãe, como contabilizo esse período referente a maio e junho de 2002?
Grato.

 
José Márcio Guilherme

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Consultor(a) Recursos Humanos
GURUPI - TO

Postada Segunda-Feira, 7 de abril de 2008 às 17:28:21  

Apoioado

 

Somente um povo com liberdade econômica é um povo livre!
José Márcio Guilherme - maximusgpi@hotmail.com

 
Wanderley B. Rodrigues

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Técnico Contabilidade
SAO PAULO - SP

Postada Quarta-Feira, 9 de abril de 2008 às 12:27:10  

Como as entidades que têm obrigações de zelar pelos interesses dos profissionais da contabilidade nada fazem a não ser cobrar anuidades, quem sabe poderemos tirar algum proveito da atuação da OAB.

Imposto único
OAB apóia inclusão de serviços advocatícios no Simples
O Conselho Federal da OAB decidiu, nesta segunda-feira (7/4), apoiar integralmente o Projeto de Lei Complementar 104/07. A proposta autoriza a inclusão dos serviços advocatícios como beneficiários do SuperSimples.
O projeto, de autoria da deputada Nilmar Ruiz (DEM-TO), quer alterar a Lei Complementar 123, de 14 de dezembro de 2006, que criou o SuperSimples. O relator da matéria no Conselho Federal da OAB foi o vice-presidente nacional da entidade, Vladimir Rossi Lourenço.
De acordo com o projeto, a inclusão dos serviços advocatícios no SuperSimples será feita a partir da criação do inciso XIX (serviços advocatícios) no parágrafo 1º do artigo 17 da Lei Complementar 123/06. Em sua justificativa, a deputada Nilmar Ruiz afirma que é preciso sanar a falha injustificada do novo Estatuto Nacional das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte, que não previu a inclusão desses serviços no SuperSimples.
O projeto 104/07, que foi apresentado em 4 de setembro de 2007, tramita apensado ao PLC 2/2007 e tem regime de tramitação prioritário. Para o conselheiro Vladimir Rossi Lourenço, é benéfica a inclusão dos serviços advocatícios nesse sistema de arrecadação.
O tributarista Raul Haidar não concorda com a inclusão dos escritórios no SuperSImples. Explicou que o sistema foi criado para empresas com dificuldades de vencer a burocracia. Segundo ele, o SuperSimples resgata empresas de pequena expressão da informalidade. "Não é um sistema para diminuir a carga tributária, mas sim trazer pequenas empresas para a formalidade", afirmou.
O advogado ressaltou, ainda, que os escritórios não têm dificuldades nesse sentido porque nunca foram informais. "O simples é uma facilidade que não parece adequada para escritórios." Ele destacou que a opção do Imposto de Renda e Contribuição Social apurados sobre o lucro presumido já trouxe para muitos escritórios de advocacia uma redução importante da carga tributária.
Revista Consultor Jurídico, 7 de abril de 2008

 
Danieli Susa Pereira

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Postada Quarta-Feira, 9 de abril de 2008 às 13:19:58  

Oi Wanderley,

Realmente da forma como esta é melhor que fiquemos no Lucro Presumido do que se aventurar no Simples Nacional, minha indignação é porque anexo V? Se estivessemos nos anexo III, com certeza compensaria ser Simples Nacional.

 
Gilberto C. Olgado

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Encarregado(a) Fiscal
TUPA - SP

Postada Quarta-Feira, 9 de abril de 2008 às 13:38:01  

Oi Danieli,

Olha, para ter uma diminuição de encargos, abra uma empresa ME de prestação de seriços de digitação e registre seus funionários, e no escritório no Lucro Presumido entrada de Honorários somente do contador. Você dilui os honorários recebidos 1/4 para o Lucro Presumido e 3/4 para a ME onde se concentra a maior parte das despesas e os encargos são menores.

Estude está hipótese, coloque no papel e veja se dá resultado.

Grato

Gil

 

<A vida não é medida pela quantidade de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram a respiração. >
" VIVA INTENSAMENTE CADA MINUTO "

 
Wanderley B. Rodrigues

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SAO PAULO - SP

Postada Domingo, 13 de abril de 2008 às 12:53:19  

Olá, Danieli.

Só há uma explicação para não inclusão no anexo III :

Só interessa ficar como está para os grandes escritórios. Aqueles que têm uma folha de pagamento relevante. Eles foram atendidos.

Enviei o texto acima na esperança que os CRC's tomem o exemplo da OAB e atuem em favor da categoria. Quem sabe se os advogados conseguem ir para o anexo III, a nossa classe, mesmo com a inércia de quem tem a obrigação de nos representar, não vai junto !?

A minha anuidade 2.008 está paga. Não há débitos anteriores.
Creio que a sua também.
Isso nos dá o direito, de pelo menos, esperar ... ou reclamar.
Acorda CRC.

 
Wilson Fernando de A. Fortunato

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GUARDAMOR - MG

Postada Segunda-Feira, 14 de abril de 2008 às 08:21:56  

Pessoal,

Acabei de enviar o link desta postagem para o Delegado do CRC de Paracatu, a fim de aumentar a nossa força contra essa carga tributária absurda.

O "Governo" tem que cair na real que nós contabilistas somos praticamente a base de sustentação dos recolhimentos de impostos.
Somos nós que calculamos, orientamos os clientes. Somos praticamente um epregado do Governo (não remunerado pelo mesmo...rsss). Todo mudança de Lei que acontece, acaba "sobrando" para nós.

 

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Luiz Carlos Santiago

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Postada Quinta-Feira, 24 de abril de 2008 às 23:02:39  

Voce tem todo meu apoio. Quanto ao CRC...,melhor esquecer pois não ajuda em nada a classe. Temos que ir a luta sozinhos, se quizermos conseguir alguma coisa.

 
Maria de Lourdes Acedo Pinto Alves da Cruz

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MUCURI - BA

Postada Sexta-Feira, 25 de abril de 2008 às 08:47:05  

Eu tambem concordo com voces, ja precisei de orientação e não fui atendida pelos nossos representantes, tive que me virar sozinha....precisamos nos unir e reinvidicar junto ao CFC se for o caso uma analise, uma resposta pelo menos, os porques..
Eu apoio voces nesta empreitada

Bom dia e fim de semana a todos

 
Wilson Fernando de A. Fortunato

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GUARDAMOR - MG

Postada Segunda-Feira, 28 de abril de 2008 às 09:00:43  

Luiz Carlos e Maria de Lourdes,

Este é um problema específico do CRC de vocês.

Aqui em MG temos todo o apoio do CRC. Sempre que precisamos, eles nos ajudam.
Fazem cursos para melhoramento. Sempre quando há uma mudança na legislação, eles fazem um curso para debatermos as mudanças.
Aqui em MG o CRC é nota 10.

 

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Wanderley B. Rodrigues

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SAO PAULO - SP

Postada Segunda-Feira, 28 de abril de 2008 às 23:39:11  

Sr. Wilson Fernando de Almeida Fortunato

Parabéns pela atuaçao do CRC da vossa região.

O caso é :

Precisamos conseguir o enquadramento dos serviços contábeis no anexo III.
Os profissionais da contabilidade, tenha certeza, ficarão por demais agradecidos aos representantes mineiros pela colaboração.
Como o CRC de vocês é nota dez, creio que irão se empenhar em conseguir ( e conseguirão ) o nosso enquadramento.
ET. Estamos há dois meses de completar um ano da vigência da nova lei e nada...
Desde já, o nosso muito obrigado.

 
Wilson Fernando de A. Fortunato

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GUARDAMOR - MG

Postada Terça-Feira, 29 de abril de 2008 às 08:32:16  

Pois é Wanderley,

Existem CRC's mais ativos que outros. Prova disso é que os nossos colegas Luiz Carlos e Maria de Lourdes estavam reclamando que não recebem apoio do CRC da sua região.
Aqui em MG, o nosso CRC é bem ativo. Não tenho nada a reclamar, mas tenho muito a me orgulhar, pois sempre tivemos o apoio do CRC em nossa região.

Em relação ao enquadramento no anexo III, não é uma tarefa muito fácil não. Não adianta ficarmos cobrando com muita veemência uma atitude do CRC, pois como bem sabemos, existe um grande interesse de diversas partes, como por exemplo de políticos e empresários.
Vale lembrar a luta que foi para conseguirmos o direito do enquadramento no Simples Nacional, que antes (com o Simples Federal) não havia nenhuma possibilidade. Temos exemplos de outras classes, como a dos Advogados que lutam pelo direito de enquadramento no Simples Nacional e ainda não conseguiram.
Mas precisamos sim nos unirmos em prol da melhoria de nossa carga tributária e eu tenho certeza que o CFC está trabalhando nisso.
Vamos lutar por mais essa vitória da nossa classe.

 

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Ricardo Alberto

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SAO PAULO - SP

Postada Quarta-Feira, 7 de maio de 2008 às 01:09:56  

Caros Colegas e Danieli,

Este manifesto não deveria ser restrito a classe contábil mas tambem a todas as classes. Afinal, somos ou nao iguais perante a lei? Onde esta o princípio da isonomia? Por que um torneiro mecânico tem mais benefícios ficais que uma pessoa graduada, um contador ou engenheiro? Seria este o estimulo a educação que o governo quer dar a sociedade? Estude meu caro que pagará mais impostos!

A iniciativa é válida quando existe ação. Não adianta enviar mensagens, cartas, fax para a Receita ou ao CRC. A unica forma de mudar ou é fazendo lobby ou protestando de fato, de forma pacifica evidentemente.

A cada nova resolução do CGSN eu me espanto com a capacidade do ilustre Sr. Jorge Antonio Deher Chedid e sua equipe em complicar, paradoxalmente, o SIMPLES. A cada nova resolução do CGSN eu reclamo enviando vários e-mails para o comite gestor. Até o momento não tive nenhuma resposta. Isto significa que enviar solicitações não resolve, é preciso protestar. Uma passeata em todo o Brasil seria uma forma de mostrarmos o nosso grau de indignação com relação as leis deste país.

Não se restringe ao simples. Mesmo no lucro presumido é irracional a legislação. Um exemplo: uma empresa que tem redução de IRPJ até o limite de R$120mil se faturar um Real a mais terá uma diminuição significativa no seu lucro. Como podemos explicar que uma empresa que fatura mais, sem aumentar as suas despesas/custos, pode ter um lucro menor? A energia que gastamos "tentando" entender as leis e tambem explicando aos nossos clientes as "incoerencias" ou melhor, "falta de racionalidade", faz com que o fim social de um contador seja relevado a segundo plano.

Estamos perto de uma situação insustentável e indigna de qualquer cidadão que vive num pais que se diz em desenvolvimento. Coitados dos investidores estrangeiros que pensam que estamos indo para frente. Temos terras para plantar sim, temos! O mundo tem fome, sim tem! Mas temos como escoar a produção?

Um ignorante no poder só pode resultar em uma sociedade ignorante. A estrategia é simples: mantenha a grande massa na ignorancia e de migalhas com o bolsa familia e mantenha a classe dominante sob controle oferecendo beneficios. Os demais que paguem o pato!

Enfim, fica aqui o desabafo. Vou continuar agora a interpretar as leis ao inves de estudar assuntos que agregariam valor aos meus clientes.

UMA DICA PARA ECONOMIZAR INSS:
Para aqueles que estao no ANEXO V e pagam 20% de INSS, adicionem mais uma atividade do ANEXO III e não precisarão mais pagar estes 20%. Emitam uma NF de R$100 por mes para algum cliente e terão uma grande economia.

VELHO PROVERBIO CHINES:
"Quanto mais complexa são as leis mais subdesenvolvida é a sociedade"

 
Piracont Serviços Contábeis

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PIRACICABA - SP

Postada Quarta-Feira, 4 de junho de 2008 às 13:38:32  

Danieli Susa Pereira

Puxa....ficamos contentes em ler tudo o que você escreveu.
Afinal, algumas pessoas sensatas e coerentes que falam a mesma língua que a gente...
Parabéns, Danieli

Piracont

 
Orlando Frutuoso Dalcin

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SAO PAULO - SP

Postada Terça-Feira, 1 de julho de 2008 às 16:43:33  

 
Cristiane Costa de Azevedo

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SAO PAULO - SP

Postada Sexta-Feira, 4 de julho de 2008 às 20:56:01  

Contem comigo. Parabéns a colega Danieli pela iniciativa. Concordo com tudo que já foi dito. Agora estou pronta para auxiliar na execução.

Contem comigo...
Abraços
Cris

 

CRIS COSTA
E-mail: cris-contabil@hotmail.com
Fone:(11)8560-3112
MSN: cris-contabil@hotmail.com Skype: ceconti

 
Edson Lopes

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SAO PAULO - SP

Postada Quarta-Feira, 9 de julho de 2008 às 14:11:32  

Eu penso que nós contadores, hoje, trabalhamos muito mais para o governo do que para os clientes. Nosso tempo é totalmente voltado ao atendimento da legislação, quando deveria ser ao atendimento das necessidades gerenciais de nossos clientes. Acredito que isso deveria ser levado em conta por parte dos parlamentares no sentido de uma redução em nossa carga tributária. O movimento é justo. Precisamos realmente agir a respeito disso.

 
Wilson Fernando de A. Fortunato

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GUARDAMOR - MG

Postada Quarta-Feira, 9 de julho de 2008 às 14:57:00  

Pois é Edson,

Mas o que ocorre na verdade é que nós contadores somos obrigados a exercer no mínimo três atividades, e recebemos apenas por uma delas:
1ª Atividade: Contador, pois fazemos os registros fiscais e contábeis, calculamos os impostos, emitimos os livros, etc.
2ª Atividade: Administrador, pois temos que auxiliar nossos clientes na administração do seu negócio, ajudando-os nas tomas de decisão, decisão de compras, etc.
3º Atividade: Advogado, visto que para cada ação nosso existe uma Lei, IN ou Decreto, que determina nossa ação e que, em certos casos, temos que advogar para nossos clientes para provar aos entes governamentais que estão certos em nossas ações.
Foras as demais atividades que temos que oferecer aos clientes, como por exemplo, serviços de office-boy (entrega de documentos, pagamento de impostos, etc) e de cobrança para o governo.

E, apesar disto tudo, ninguém olha para nós. São criadas diversas leis que simplesmente aumentam os nossos serviços. Por isso é que devemos estar sempre unidos.

 

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Everton Zavan Chaves

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Auxiliar Escritório
PITANGUEIRAS - SP

Postada Sexta-Feira, 11 de julho de 2008 às 09:28:27  

 
Everton Avelino

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GUARUJA - SP

Postada Quarta-Feira, 16 de julho de 2008 às 12:35:45  

O presidente do CRC SP, Contador Sergio Prado de Mello, foi recebido em audiência pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 16 de junho de 2008, quando este veio a São Paulo, cumprindo agenda de compromissos.

Recebido com muita simpatia e cordialidade pelo presidente Lula, Sergio Prado aproveitou a oportunidade para levar ao seu conhecimento várias reivindicações da classe contábil.

Dentre outros assuntos abordados, Sergio Prado também pediu o empenho do presidente Lula na questão do Simples Nacional, no tocante ao enquadramento das empresas de serviços contábeis, atualmente enquadradas na tabela 5.

O ministro da Previdência, José Pimentel, quando exercia seu mandato de deputado federal, foi o portador da reivindicação das empresas de serviços contábeis de serem reenquadradas na tabela 3. O presidente do CRC SP solicitou a solução desse pedido.

Fonte: CRC-SP

 

"Os fins não justificam os meios".

 
Simonton Eler de Melo

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VOLTA REDONDA - RJ

Postada Sábado, 26 de julho de 2008 às 14:18:13  

Isto ai!!

Tabela III, para os escritorios de contabilidade.

Vamos nos juntar nesta Luta.

Apoio Total!

Simonton Eler de Melo

 
Marcos Santelli

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NAVIRAI - MS

Postada Segunda-Feira, 28 de julho de 2008 às 10:58:25  

Concordo com todos temos que nos valorizar, e lutar por melhorias para nos contadores, o governo sanciona varias leis e formas de tributação complexa para enganar o contribuite e sempre sobra para o contador, e depois os clientes ainda reclama quando nos repassamos os custos dessas mudanças, temos que lutar pela nossa classe, e reverter essa situação não somos empregados do governo.....

 
Kelly Silva

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INDAIATUBA - SP

Postada Segunda-Feira, 28 de julho de 2008 às 13:51:04  

Ola Danieli , vejo que quase um ano a questão do Simples esta em pauta , passei por aqui pra reforça o apoio .

Boa tarde

kelly Silva

 
Wanderley B. Rodrigues

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SAO PAULO - SP

Postada Sábado, 23 de agosto de 2008 às 21:25:54  

Quinta-Feira, 14 de Agosto de 2008 9:59
SUPERSIMPLES TAMANHO DO TEXTO


Câmara dos Deputados amplia benefícios da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa

por Agência Sebrae

Projeto de Lei Complementar 02/07 segue agora para votação no Senado

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (13), o Projeto de Lei Complementar 02/07, que faz ajustes à Lei Geral da Micro e Pequenas Empresa, a Lei do Supersimples. Foram 307 votos a favor e um contra. A matéria segue agora para o Senado.

O texto cria a figura do Microempreendedor Individual (MEI), beneficiando empreendedores com receita bruta anual de até R$ 36 mil e que tenham um empregado. Com isso, esse empresário ganha o direito de se aposentar pelo INSS pagando R$ 45,65 mais R$ 1,00 de ICMS, se for do setor de comércio, e R$ 5,00 de ISS se do setor de serviços. Se tiver empregado, o empreendedor paga R$ 12,45 da previdência desse empregado. Os empreendimentos do setor da indústria ficam isentos.

Os microempreendedores individuais também não precisam apresentar nota fiscal, a não ser se comprarem de pessoa jurídica. Têm apenas que exigir a nota de quem eles compram. Também não precisam apresentar contabilidade. Entre exemplos desses empreendedores estão costureiras, pequenos bares e lanchonetes, serviços de conserto de eletrodomésticos, artesãos.

"Ambulantes que antes não tinham perspectiva de se aposentar, agora podem. E o sonho de se legalizar agora pode ser realizado", avalia o presidente da Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Conempec), José Tarcísio da Silva. O MEI tem um público-alvo potencial de cerca de 9,2 milhões de empreendedores, sendo 8 milhões sem empregado e 1,2 milhão com um empregado.

O texto aprovado também permite a inclusão de novos setores econômicos no Simples Nacional: confecção de próteses, serviços de diagnóstico por imagem, laboratório de análises clínicas, que entram na tabela V, escolas de ensino médio e consertos e instalações em geral, que ficam na tabela III.

Outra mudança aprovada é a migração das empresas de contabilidade da tabela V para a tabela III, mais vantajosa. Há também variações no anexo V da Lei do Supersimples, normalmente mais vantajoso para empreendimentos que têm 40% da receita comprometidos com a folha de pagamento. As mudanças fazem uma gradação desse comprometimento com a folha, ampliando os benefícios.

"A tabela V ficou mais de 50% mais barata", garante o autor do projeto, deputado Luiz Carlos Hauly.

Entre as alterações, o projeto resolve ainda o problema da transferência de crédito pelas empresas do Simples Nacional, resolve problemas da cobrança do diferencial de alíquota interestadual do imposto e dá autonomia aos estados para concederem benefícios a essas empresas relativos ao ICMS.

"É mais um passo importante para melhorar o ambiente para os pequenos negócios e incentivar a formalização", destacou o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto. Sua expectativa é de que a aprovação da matéria no Senado seja breve, inclusive com melhorias, para que possa valer já a partir de 2009.

"Esperamos que, com o texto aprovado, o presidente da República sancione o texto na íntegra", disse o presidente da Fenacon, Valdir Peitrobom.

(Por enquanto um olho nos senadores... e uma pressãozinha básica não fará mal)

 
Rogério César

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RIBEIRAO PRETO - SP

Postada Quarta-Feira, 27 de agosto de 2008 às 15:46:48  

Lula defende menor tributação para as empresas de contabilidade

Ao participar ontem (26/08) do segundo dia do 18º Congresso Brasileiro de Contabilidade, em Gramado (RS), o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, registrou apoio irrestrito à transferência das empresas de serviços contábeis no Anexo V para o de nº III, o que deve diminuir significativamente a carga tributária das empresas do setor pertencentes ao Simples Nacional.

"Ficamos muitos satisfeitos com essa manifestação do presidente, pois esse é um pleito recorrente das entidades representativas dos empresários e dos profissionais da área", destacou o presidente do SESCON-SP, José Maria Chapina Alcazar.

Lula também pediu a colaboração da classe para pressionar o Congresso Nacional para votar, ainda este ano, a proposta de Reforma Tributária e lembrou a importância também de uma urgente Reforma Política no País.

Em seguida, deu outra boa notícia às cerca de seis mil pessoas que lotavam o maior auditório do Serra Park: foi publicada no Diário Oficial da União uma portaria do Ministério da Fazenda decretando a participação do Tesouro Nacional, juntamente com o CFC, no processo de análise e busca da convergência internacional das normas de Contabilidade aplicadas ao setor público.

Fome Zero

Na ocasião, o presidente do Conselho Gestor do "Fome Zero" e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, Antoninho Marmo Trevisan, e a anfitriã do 18º Congresso e presidente do Conselho Federal de Contabilidade, Maria Clara Cavalcante Bugarim, assinaram parceria que prevê o apoio do Sistema CFC aos Conselhos de Alimentação Escolar em todas as cidades brasileiras, com o auxílio de contabilistas na fiscalização das contas do Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Reforma Tributária

Um pouco mais cedo, durante o painel "A Carga Tributária Brasileira na Ótica da Empresa e do Governo", Trevisan também defendeu a inserção das empresas de serviços contábeis no Anexo III do sistema simplificado.

"Não se trata de um favor, mas sim de uma retribuição a uma categoria que presta um grande serviço ao governo, sem cobrar nada por isso", enfatizou o contabilista, destacando que graças ao trabalho do segmento contábil a arrecadação tributária não pára de crescer já há 52 meses.

Trevisan afirmou ainda que o excesso de impostos é um grande entrave para o desenvolvimento, exemplificando com dados estatísticos da FIPE, que demonstram ser o Brasil a nação com maior distorção na América Latina na comparação entre Produto Interno Bruto e carga tributária.

Segundo ele, na contramão dos países desenvolvidos, 2/3 da carga brasileira é composta por tributos indiretos, enquanto apenas 1/3 se baseia na renda. "Uma tributação injusta socialmente", disse Trevisan, comparando a tributação de alimentos industrializados, que aqui é de 32,7% , às da França (5,5%) e Espanha (6%).

O painel também contou com a contribuição de outro membro do CDES da Presidência da República, o ex-governador do Rio Grande do Sul Germano Rigotto, que enfatizou a necessidade da Reforma Tributária. "Nosso sistema tributário atual está repleto de brechas para a sonegação, a informalidade e a evasão fiscal".


Rigotto lembrou ainda que são os empresários e profissionais da contabilidade que têm a coragem de enfrentar o emaranhado tributário da legislação brasileira. "São mais de 3.200 leis que regulamentam os impostos e elas estão em constante alteração", justificou.

Entre os vários pontos da Reforma Tributária que atualmente tramita no Congresso Nacional, ele citou como exemplo a redução prevista para os encargos incidentes sobre a folha de pagamento. "Precisamos pressionar e trabalhar mais para avançar no que está no texto", finalizou.

O painel foi coordenado pelo vice-presidente de Fiscalização, Ética e Disciplina do CFC, Enory Luiz Spinelli.

Fonte: Assessoria de Imprensa do SESCON-SP, de Gramado (RS)

 

Obrigado!

Rogério César
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Rose Camargo

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ITAPEVA - SP

Postada Quarta-Feira, 27 de agosto de 2008 às 16:50:45  

Boa tarde

Concordo com este manifesto desse geito as empresas vão falir........

 
Shirley Duarte Marinho

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Chefe Financeiro
CONTAGEM - MG

Postada Segunda-Feira, 22 de setembro de 2008 às 15:12:54  

 
Rogério César

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Analista Sistemas
RIBEIRAO PRETO - SP

Postada Segunda-Feira, 11 de janeiro de 2010 às 17:31:45  

Depois de muita luta, os legisladores enxergaram a importância do contador para os micro e pequenos empresários, favorecendo nossa carga tributária.

Com a publicação da LC 128/2008 as empresas contábeis passaram a recolher o DAS pelo anexo III.

Obrigado a todos pelo apoio e pelos comentários.

 

Obrigado!

Rogério César
Criador e Administrador do Fórum Contábeis
Webmaster
Analista de Sistemas
Técnico em Contabilidade


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